A importância de reduzir a carga fiscal

12/04/2018

A importância de reduzir a carga fiscal

Benefícios Fiscais - Redução da Carga Fiscal

Em 2017, mais de 35.000 empresas e entidades coletivas aproveitaram para reduzirem a sua carga fiscal. No total foram concedidos 2,400 milhões de euros em isenções e benefícios fiscais.

Desenvolvimento e Crescimento

Fazer uma empresa crescer é um objetivo partilhado por todos os gestores. Para atingir este processo natural de desenvolvimento e evolução é necessário, frequentemente, recorrer a apoios externos à organização. Porém, existe uma falta de conhecimento ou atenção sobre os apoios existentes através dos benefícios fiscais, que permitem otimizar a carga fiscal.

O que são benefícios fiscais? 

Este tipo de incentivos permite às empresas reforçarem a sua capacidade competitiva, uma vez que podem direcionar os meios libertos com esses apoios para áreas estratégicas, como por exemplo: investimentos em novos equipamentos, aumento da capacidade produtiva, formação, atividades de I&D, etc. 

Os benefícios fiscais correspondem à concessão de um desagravamento fiscal concedido pelo Estado quando se verifique a existência de um interesse para a comunidade superior ao interesse de tributação, pelo que é do interesse de todos que as empresas tenham uma maior atenção às várias possibilidades existentes.

Quais são os mais utilizados pelas empresas?

Importa assim verificar quais as oportunidades mais relevantes. Existem atualmente três que assumem maior relevância: SIFIDE II, RFAI e DLRR – tendo como principal razão a dedução direta à coleta de IRC.

O SIFIDE (Sistema de Incentivos Fiscais à I&D Empresarial) é um instrumento fiscal de características únicas, que possibilita criar um ambiente adequado ao aumento do investimento em I&D recuperando despesas com salários, matérias primas, custos de subcontratação e outros, até 82,5% destes custos.

Por outro lado, o RFAI (Regime Fiscal de Apoio ao Investimento) é um benefício fiscal que permite às empresas deduzir ao valor de IRC uma percentagem do investimento realizado em ativos tangíveis e intangíveis no exercício fiscal.

Em relação ao DLRR (Dedução por lucros retidos e reinvestidos) as pequenas e médias empresas (PME) podem deduzir à sua coleta do IRC uma percentagem dos lucros retidos e reinvestidos, em ativos elegíveis, no prazo de três anos (contados a partir do termo do período de tributação a que correspondam os lucros retidos). 

 

António Valente - Diretor Comercial F. Iniciativas Portugal     Autor

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     Diretor Comercial - F. Iniciativas Portugal